sábado, 10 de dezembro de 2011

RECORDE NO YOUTUBE: QUASE DEZOITO MIL ACESSOS!

“Eu não tenho filosofia: tenho sentidos; se falo na natureza não é porque saiba o que ela é; mas porque a amo, e amo-a por isso”  Alberto Caeiro (Heterônimo de Fernando Pessoa)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

FAUNA SILVESTRE PEDE SOCORRO

Com o povoamento crescente da região do Jardins, animais da fauna silvestre, que antes eram freqüentemente vistos na região, estão desaparecendo. Um desses animais é o quati. Eles são dóceis e muito ativos, e andam em bando de até vinte animais. É um animal terrestre, mas que habita também o alto das árvores (clique na imagens para ampliá-las).

A principal causa para o desaparecimento dessa espécie é o grande número de cães de proprietários de chácaras que ficam soltos pelo bairro. Alguns proprietários não fazem o cercamento de suas propriedades com tela, permitindo que os cães fiquem soltos, caçando e  matando animais da fauna silvestre, além de incomodar caminhantes e ciclistas.
                                                                                                                                 
Enquanto animais silvestres vão desaparecendo, os especuladores imobiliários e seus parceiros, entre eles a Associação JP, comemoram o grande número de obras que se iniciam. Quanto mais obras, quanto mais desmatamento de Mata Atlântica houver, mais os corretores e a Associação arrecadam. Um terreno com construções, com benfeitorias, a taxa condominial cobrada é 40 % maior do que um terreno vago, sem construções. A arrecadação anual da Associação gira em torno de R$ 600.000,00 (seiscentos mil - fonte: balancetes da Associação - 2010/2011). Se todos os proprietários dos 843 lotes existentes no Jardins pagassem as taxas cobradas pela Associação, a arrecadação anual dessa instituição seria em torno de R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil).

No mês de dezembro de 2010, o principal corretor que atua no bairro e a Associação entraram, juntos, com ação na justiça contra o Instituto Estadual de Florestas – IEF e a prefeitura, para desmatar Mata Atlântica, objetivando a venda de lotes.

“Graças ao prosseguimento da negociação das mensalidades atrasadas e graças ao nível de arrecadação regular que já alcançamos...” (Informativo Jardins Informa, ed. n° 29, junho/2008, pág. 2; Órgão informativo da Associação Jardins de Petrópolis)

Luís Eduardo Lemos - PreserveJP

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

REVITALIZAÇÃO DE ÁREA VERDE PÚBLICA

A Associação dos proprietários de chácaras (“Condomínio” Jardins de Petrópolis) postou no seu site, no último dia 27 de outubro, texto sobre envio de projeto à prefeitura para a recuperação da área verde PÚBLICA da rua Amendoeiras: http://www.jardinsdepetropolis.com.br/?p=1444

No Jardins é assim: sai e entra Conselho Gestor (e são sempre os mesmos, há só um rodízio), e a questão da revitalização dessa área verde, que possui nascente e córrego, fica só no discurso, só na promessa.

Atualmente, há sim, a possibilidade da revitalização acontecer, mas não porque o condomínio deseja, e sim, pela atuação do Ministério Público que, desde 2007, atendendo à nossa manifestação, estuda a possibilidade de elaborar um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, que seria firmado entre a prefeitura e uma invasora de outra área pública do bairro, a da rua dos Jacarandás, onde ambos teriam que realizar, como compensação ambiental, a revitalização dessa área verde da rua Amendoeiras (clique nas imagens para ampliá-las e ler a nossa manifestação ao MP).

O projeto apresentado pelo condomínio está fora da realidade e vai contra o que permite a legislação ambiental, já que a área verde é uma área de preservação ambiental e de manancial, o que impede a construção de benfeitorias como as que foram propostas, além de outras interferências, já que a área a ser recuperada também está em área de preservação permanente - APP (margens de córregos e nascentes). A Sede do condomínio é, e sempre foi, o local adequado e com a infraestrutura necessária para eventos e festas que o condomínio tanto gosta de promover. Não permitiremos que uma área de preservação se torne palco para eventos que prejudicarão a biodiversidade e o sossego da circunvizinhança. Também não permitiremos que a área seja fechada com portões e cadeados, como quer o condomínio. Quando essa instituição entenderá que NÃO SE FECHA ÁREA PÚBLICA?!

Lembramos que em 2005, o total descaso e a falta de interesse do condomínio impediram que essa área verde da rua Amendoeiras fosse revitalizada e ganhasse um Centro de Educação Ambiental – CEA*, sem custo nenhum para a comunidade. Um empresário de Nova Lima, incumbido pelos órgãos ambientais a realizar uma compensação ambiental, custearia a revitalização e construção do CEA. Segundo a funcionária do órgão ambiental responsável, o valor a ser desembolsado pelo empresário seria de R$ 30.000 (trinta mil). O prejuízo sócio-ambiental é incalculável. O síndico do condomínio nessa época era o proprietário de chácara que atualmente (2011) é diretor dessa instituição e membro do Conselho de Defesa do Meio Ambiente – CODEMA do município, além de ser também, um dos líderes do Movimento SOS Nova Lima. Em 2002, esse mesmo proprietário também foi o idealizador de uma proposta para transformar essa área verde da rua Amendoeiras em área para comércio e construção de prédios públicos.

* CEA: O Centro de Educação Ambiental seria apenas um espaço coberto, ou seja, o quiosque já existente na área verde e que está abandonado, sendo necessário apenas a sua recupeação, e sem a construção de banheiros ou outras benfeitorias, para que o impacto seja o mínimo possível.

Clique nos links abaixo para acessar documento comprovando a falta de interesse do condomínio na revitalização da área verde e para conhecer mais dessa área pública.


Luís Eduardo Lemos - PreserveJP

domingo, 6 de novembro de 2011

CAMPANHA ELEITORAL?

 CLIQUE NAS IMAGENS NA ORDEM ABAIXO PARA AMPLIÁ-LAS

IMAGEM 1
  
IMAGEM 2

Leia a reportagem acima em:

IMAGEM 3
http://www.jardinsdepetropolis.com.br/?p=1482&cpage=1#comment-573
Luís Eduardo Lemos, morador do Jardins

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

QUEM PAGA A CONTA?

Clique na imagem para ampliá-la
A faixa acima está afixada na principal entrada de acesso ao Jardins de Petrópolis.

Esse movimento tem como líderes, dirigentes de “condomínios” de Nova Lima, entre eles o Jardins de Petrópolis. A bandeira principal do movimento é a questão ambiental, mas entre seus líderes há os que não conseguem cuidar do meio ambiente do próprio quintal, da própria casa, além dos que são amigos, defensores, lobistas e protetores de invasores de áreas verdes públicas de preservação ambiental. E o pior, eles ainda se acham com moral para tentar salvar o meio ambiente e o município das garras da especulação imobiliária.

Questionamos: quem banca, quem custeia, quem sustenta as atividades e eventos (confecções de folders, faixas, gasolina dos veículos utilizados em carreatas e passeatas), enfim, tudo que é utilizado para divulgação e manutenção desse movimento? As Associações (condomínios) que tem como dirigentes, líderes desse movimento, ajudam a bancar os custos e os gastos? Caso ajudem, tem a aprovação dos seus associados?

Saibam mais sobre o movimento acessando
http://massote.pro.br/2011/11/fascismo-e-falsos-condominios-vamos-deixar-acontecer/

Luís Eduardo Lemos, morador do Jardins de Petrópolis

domingo, 23 de outubro de 2011

CALÇAMENTO POLUI MEIO AMBIENTE

As sobras das pedras do calçamento de ruas do Jardins estão poluindo o meio ambiente. O calçamento está sendo realizado por empresa contratada pela Associação dos Proprietários de Chácaras (“Condomínio” Jardins de Petrópolis).

O calçamento já foi finalizado, há meses, em vários trechos de ruas, e as sobras das pedras estão sendo deixadas, abandonadas nas beiradas da mata e em áreas públicas de preservação ambiental, e em alguns locais, próximo a mananciais (clique nas imagens para ampliá-las). Um pó de pedra também é usado no calçamento, e com as chuvas, esse pó está sendo carreado para os córregos e nascentes.

Também estão sendo descartados nessas áreas, entulhos, como sacos de cimento, latas e restos de óleo usado na lubrificação das máquinas, restos de caixas de papelão, lonas, entre outros objetos usados no serviço de calçamento. Até um carrinho de mão utilizado para carregar menores quantidades de pedras foi jogado na mata.

A Prefeitura de Nova Lima é quem está doando as pedras para o calçamento, e a mesma já foi informada sobre a poluição causada pelas sobras, mas não tomou nenhuma providência.

O impacto ambiental e visual causa indignação e incomoda os cidadãos que respeitam, valorizam e querem a biodiversidade do Jardins preservada. A retirada dessas sobras e dos entulhos precisa ser feita (é preciso retirar, e não espalhar as pedras pela mata ou “camuflá-las”, jogando terra sobre as mesmas), para que o ambiente fique como estava antes do início do calçamento.

Um dos mais graves problemas no Jardins é o desrespeito, inclusive da Associação JP, para com o meio ambiente. E o pior é a HIPOCRISIA dessa instituição e de alguns associados, que adoram fazer discursos de preservação da natureza. Parece que eles acham que a comunidade, que os cidadãos são trouxas, ou a hipocrisia é mesmo uma questão de genética.

Essa questão do calçamento foi encaminhada à Polícia Ambiental e à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD / Fundação Estadual do Meio Ambiente – FEAM.

“Na nossa opinião, enquanto a Associação Jardins de Petrópolis não for responsabilizada judicialmente, juntamente com os proprietários, pelos crimes ambientais que vem ocorrendo no Jardins, a biodiversidade continuará sendo desrespeitada e destruída”. (Luís Lemos, morador do Jardins)

Luís Eduardo Lemos

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

JARDINS ILEGAL: BOSQUEAMENTO

É comum no Jardins, a prática de bosqueamentos e roçadas feitos nos terrenos por corretores de imóveis e alguns proprietários (clique na imagem para ampliá-la).

O bosqueamento é a supressão deliberada do sub-bosque das matas, para deixá-las “limpas e bonitas”, o que mostra total desconhecimento da importância e da necessidade de proteção deste nicho ecológico*. Corretores de imóveis utilizam essa prática para que possíveis compradores possam visualizar melhor o terreno. O sub-bosque é a vegetação arbustiva ou rasteira que se encontra no interior das florestas tropicais, entre elas a Mata Atlântica, formando um conjunto de relações alimentares, de reprodução, entre outras, que são de vital importância no ecossistema florestal a que pertence. Neste sistema altamente úmido e sombreado pela densa vegetação superior predominam pequenos arbustos, musgos, fungos e outras centenas de espécies hidrófilas (que necessitam de ambiente úmido), formando ainda condições excepcionais e específicas para a manutenção de milhares de animais. A vegetação que cai no solo sombreado e úmido vai se decompondo formando um “tapete” fértil e espesso, que forma uma grande reserva de substâncias orgânicas que serve de base alimentar para herbívoros, saprófitos, decompositores e carnívoros. É a formação também do húmus que dá riqueza ao solo da floresta e condições de crescimento de sua vegetação muito diversificada e exuberante. O sub-bosque, além de fazer parte do equilíbrio dinâmico da floresta, propicia a manutenção da umidade no solo da floresta e a sua fertilização; proteção do solo contra as enxurradas, proteção das novas plantas superiores e é importantíssimo também para fauna, já que serve como abrigo e habitat de vermes, ácaros, aracnídeos, até animais maiores como anfíbios, répteis e mamíferos.

No Jardins, o desconhecimento da importância do sub-bosque e sua supressão têm prejudicado a mata, propiciando o seu enfraquecimento e contribuindo para a queda de árvores em época de chuvas e ventos fortes. No dia 09 de junho passado, a região foi atingida por um vendaval que derrubou centenas (ou milhares) de árvores de diversos tamanhos e espécies (clique aqui e assista ao vídeo). Bosqueamentos feitos na região, em alguns casos, em áreas de preservação permanente (margens de córregos e nascentes) e também em áreas com declividade acentuada, contribuíram para a queda dessas árvores. Na época da seca, o risco de incêndios também aumenta.

A atividade de bosqueamento é uma atividade ilegal que deve ser reprimida. A Mata Atlântica é classificada juridicamente como patrimônio nacional, nos termos do art. 225 da Constituição Federal e da Lei Federal n° 11.428, de 22 de dezembro de 2006, conhecida como Lei da Mata Atlântica, e nesse bioma inclui-se o sub-bosque.

Ressaltamos, que a Associação dos Proprietários de Chácaras, também conhecida como “Condomínio” Jardins de Petrópolis, tem conhecimento dessa prática ilegal que ocorre no bairro, mas não informa aos órgãos ambientais para que tenha fim. O principal corretor de imóveis que atua na região, sendo um dos que mais realiza roçadas em terrenos, é associado da Associação.

* Nicho ecológico é o modo de vida de cada espécie no seu habitat. Representa o conjunto de atividades que a espécie desempenha, incluindo relações alimentares, obtenção de abrigos e locais de reprodução, ou seja, como, onde e à custa de quem a espécie se alimenta, para quem serve de alimento, quando, como e onde busca abrigo, como e onde se reproduz. Numa comparação clássica, o habitat representa o "endereço" da espécie, e o nicho ecológico equivale à "profissão"

Luís Eduardo Lemos

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

JARDINS NA MIRA DE MINERADORAS?

Fomos informados por um engenheiro da área de mineração, de que há  possibilidade da região do Jardins possuir grande jazida de minério de ferro no seu subsolo. Coincidência ou não, presenciamos, durante o mês de agosto, pessoas pelas ruas do bairro com mapas e alguns aparelhos de medição. Os carros que essas pessoas estavam eram caminhonetes off-road, muito parecidas com as que operam em mineradoras, mas sem nenhuma identificação.

Um helicóptero também sobrevoou o Jardins vários dias carregando uma grande estrutura de metal com alguns aparelhos. Esse helicóptero foi visto por moradores e os sobrevoos ocorreram sempre em baixa altitude e também nos mesmos dias que presenciamos as pessoas nos veículos off-road. A princípio, pensamos que a estrutura de metal fosse para sustentar bolsa de armazenamento de água para combate a incêndios florestais, mas tivemos a informação de que não é (clique aqui e assista ao vídeo do helicóptero). Enviamos foto a um especialista da área de georeferenciamento, que nos informou que a estrutura é um equipamento de geofísica, utilizado para mapear relevo e identificar minério (clique na imagem 1 para ampliar e ler o e-mail do especialista).

Será que as pessoas nos veículos off-road e o helicóptero estavam a serviço de mineradoras? Será que mineradoras estão de olho em jazidas de minérios que podem estar debaixo da mata e de nossos pés? Será que haverá exploração de minério na região do Jardins? Será que proprietários de terrenos começarão a receber propostas de mineradoras para venderem seus terrenos? Será que corremos o risco de ter dezenas, ou centenas, de caminhões carregando minério e transitando pelas tranqüilas ruas do bairro e vias adjacentes, como a Ludovico Barbosa (que liga o Jardins à MG 30)?

Todos sabemos que os municípios de Nova Lima, Rio Acima, Itabirito, Sabará, Brumadinho, entre outros da RMBH, possuem grandes jazidas de minério, principalmente de ferro, onde as maiores mineradoras do país fazem, ou querem fazer, a exploração. Aqui em Nova Lima, temos informação de que uma dessas grandes mineradoras tem plano de pagar fortunas a moradores e proprietários de terrenos de um condomínio próximo à BR 040, que está sobre jazidas de minério de ferro, o que nos foi confirmado por alguns desses moradores. Mineradoras já fazem o transporte de minério bem próximo ao JP, especificamente em Honório Bicalho, causando grandes problemas como barulho, trânsito muito intenso, congestionamentos e danos às rodovias (clique na imagem e leia reportagem sobre essa questão).

Caso confirmada a informação de que a região do Jardins também pode estar na mira de mineradoras, quem deverá ficar eufórica com mais essa ameaça é a turma oportunista do PRA NADA. Afinal de contas, ano que vem tem eleições municipais, e será uma grande oportunidade para o líder e seus seguidores tentarem obter, como foi feito na questão do Plano Diretor, a fama de protetores e defensores do meio ambiente de Nova Lima.

Luís Eduardo Lemos, morador do Jardins

domingo, 11 de setembro de 2011

"AOS AMIGOS, TUDO. AOS INIMIGOS, A LEI"

Nem sábias, nem resolutivas, e sim, HIPOCRISIA, as opiniões da “Assessoria” do “Condomínio” Jardins de Petrópolis e de dois proprietários de chácaras, entre eles, uma diretora e um “colaborador” dessa instituição, sobre cães que estão sendo alimentados e que ficam nas portarias do bairro. As opiniões foram postadas no site dessa instituição: http://www.jardinsdepetropolis.com.br/?p=1089  e  http://www.jardinsdepetropolis.com.br/?p=1075
 
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA
Segundo a Assessoria, cães abandonados não podem ficar nas portarias. Mas, cães de proprietários, incluindo os dessa diretora e desse colaborador, que não exercem a posse responsável,  e deixam seus animais soltos, o condomínio não toma nenhuma providência.  Cães soltos atacam e matam a fauna silvestre, e incomodam caminhantes, ciclistas e moradores. Os cães abandonados não podem ficar nas portarias porque estão atrapalhando a imagem do Jardins perante os visitantes, já que estão na “porta de entrada do paraíso”?
 
Vários proprietários, todos associados do condomínio, incluindo diretores e ex-diretores, deixam seus cães soltos pelas ruas. Um deles é morador da rua dos Jacarandás, cuja propriedade está numa das últimas áreas com mata ainda intocada do bairro (intocada até ele fazer sua casa e manter seis ou sete cães soltos; sua propriedade sequer é cercada). Já encaminhamos carta (registrada) ao condomínio solicitando providências sobre esse e outros proprietários que deixam seus cães soltos, mas nada é feito, o que já era de se esperar. Afinal de contas, proprietários que pagam as taxas que sustentam o condomínio ficam isentos de normas e leis.

Para o condomínio é assim: alimentar cães abandonados nas portarias não pode, mas, cães de proprietários que ficam soltos pelo bairro, pode. Pelo que vemos, o lema do condomínio é: “Aos amigos, tudo. Aos inimigos, a lei”. E nesse caso, os inimigos do condomínio são os pobres cães abandonados nas portarias.

Clique nos links e veja outras postagens sobre cães soltos no Jardins


Luís Lemos - morador do Jardins

domingo, 4 de setembro de 2011

QUEIMADAS ANUNCIADAS

O mosaico de fotos ao lado (clique para ampliar) mostra queimada anunciada. Não foi por falta de aviso e alerta. Todo ano é a mesma coisa. Vários proprietários de chácaras do Jardins fazem uso de fogo para queima de resíduos, lixo, restos de mata roçada, folhas secas e gravetos dos seus terrenos e quintais. Há um mês, fizemos filmagens dessas práticas ilegais, que foram mostradas no MGTV da Rede Globo (acesse o link e assista ao vídeo http://preservejp.blogspot.com/2011/07/praticas-ilegais-mostradas-na-rede.html ).

Na primeira semana de agosto, fiscais de órgãos ambientais percorreram o Jardins e notificaram proprietários, entre eles, os que colocavam fogo nos seus quintais. Mas o desrespeito é tanto, que logo que os fiscais deixaram a região, o uso de fogo reiniciou em várias propriedades. E não deu outra: no último dia 27 de agosto, sábado, houve um incêndio na mata de dois terrenos do bairro. O fogo queimou a vegetação e diversas árvores. O local incendiado fica a 300 (trezentos) metros de nascentes, e em frente existe uma obra onde o uso do fogo para queima de resíduos e vegetação já ocorreu várias vezes. No dia 5 de maio desse ano, filmamos e tiramos fotos dessa obra, onde o fogo queimava restos de vegetação enquanto o trator realizava a terraplenagem (clique aqui e assista ao vídeo). A arquiteta responsável pela obra é diretora do condomínio, a mesma que, em 2009, como síndica, mandou, na marra, arbitrariamente, ilegalmente, criminosamente, sem licenças ambientais e desobedecendo a embargo policial, desmatar quase 5.000 m² de Mata Atlântica.

Estamos tentando contatar os proprietários dos terrenos para que tomem ciência do ocorrido.

“A Subsecretaria de Controle e Fiscalização Integrada não divulgou balanço do primeiro dia de operação. Em Nova Lima, foi constatada irregularidades no condomínio Jardim Petrópolis. Segundo o engenheiro Florestal do IEF, Roberto Guimarães, moradores que estavam queimando resíduos de jardins foram notificados. No mesmo local será verificado hoje se a supressão de algumas árvores foi feita com autorização” (Operação fiscaliza loteamentos na Região Metropolitana - Jornal Hoje Em Dia:  http://www.hojeemdia.com.br/minas/operac-o-fiscaliza-loteamentos-na-regi-o-metropolitana-1.319112

Veja também outra postagem no blog sobre essa questão de incêndios no bairro:

Luís Eduardo Lemos – morador do Jardins e representante do PreserveJP

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

QUINTAL PÚBLICO/PRIVADO FAZ ANIVERSÁRIO NO JARDINS

IMAGEM 1, CLIQUE PARA AMPLIÁ-LA
QUE PAÍS É ESSE?!

Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam
No futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
(Trecho da música do Legião Urbana; Letra: Renato Russo)

Sábado, 26 de agosto de 2006, oito horas da manhã. Em sessão extraordinária, os vereadores de Nova Lima criam a Lei Municipal n° 826, para atender a uma única proprietária de chácara do “Condobairro” Jardins de Petrópolis. Hoje, sexta-feira, 26 de agosto de 2011, está fazendo cinco anos que a casa, a piscina e a área de lazer da proprietária do lote 30 da quadra 6, localizado entre as ruas Ipês Amarelos e Jacarandás, deixaram, com a criação da lei, e como num passe de mágica, de pertencerem a uma área verde PÚBLICA de preservação ambiental com nascente e córrego. Até 2006, essas benfeitorias estiveram construídas dentro da área PÚBLICA. O miolo, a parte mais plana e melhor da área verde virou área particular, e o entorno, as beiradas, que são as piores partes, as mais irregulares e íngremes, viraram área verde pública de preservação ambiental (imagem 1). Essa proprietária agora tem um quintal PÚBLICO/PRIVADO, onde seus familiares, amigos e a sua fauna importada (cães e gatos), usufruem com toda liberdade e exclusividade. Foram quase quinze anos de invasão, e todo o processo de “legalização” ocorreu sem nenhuma transparência, divulgação, debate com a comunidade, audiência pública e compensação ambiental.

IMAGEM 2, CLIQUE PARA AMPLIAR
A proprietária não teria conseguido essa lei, esse privilégio (e que baita privilégio) se não fosse a atuação e o lobby (*), fortíssimos, junto à Prefeitura e à Câmara, do proprietário de chácara do Jardins que é amigo pessoal do prefeito e um dos fundadores do “Condomínio” Jardins de Petrópolis. Por duas vezes, o "Departamento de Meio Ambiente" do condomínio, sob o comando desse proprietário, forneceu “parecer favorável” à invasora. O primeiro parecer foi dado em 1999, quando a proprietária do lote 30 tentou, pela primeira vez, legalizar a invasão junto à prefeitura. O prefeito à época não achou vantajoso para o município a proposta que foi feita, e mandou arquivá-la. Já na gestão municipal seguinte, com o atual "prefeito amigo", o parecer foi "renovado" e entregue novamente à prefeitura, que o aceitou prontamente (imagem 2). Atualmente (2011), o amigo da (ex) invasora e do prefeito é diretor do condomínio, e também membro do Conselho de Defesa do Meio Ambiente – CODEMA do município e um dos líderes do MOVIMENTO SOS NOVA LIMA. Tanto ele quanto seus "seguidores", entre eles, a proprietária do lote 30, comemoram mais esse aniversário. Mas, para os cidadãos que respeitam e valorizam o patrimônio PÚBLICO e ambiental, é  uma data fúnebre. Uma observação: no documento da imagem 2, o endereço que aparece, sendo como o da Associação, na realidade é (era em 1999) da firma, da empresa do proprietário do lote 29 da quadra 6, vizinho de lote da proprietária do lote 30. O proprietário desse lote 29, pelas informações que temos, é parente da (ex) invasora.

Ano que vem, no aniversário de seis anos, e ano de eleições municipais, lembraremos desse acontecimento que prejudicou a comunidade, a coletividade, os nova-limenses, e que privilegiou e beneficiou uma única proprietária de chácara que nem de Nova Lima é.

“(...) ela não é invasora. Não há lei nesse país que a obrigue desmanchar o que foi construído. E ninguém conseguirá tirá-la da área ocupada. Não tem lei nesse país que permita quem quer que seja a demolir uma construção irregular” (amigo e defensor da invasora; ex-síndico do condomínio).

"Non omnis quod licet honestum est” - Nem tudo que é lícito é honesto (Corpus Iuris Civilis - Corpo de direito civil) – obra jurídica publicada entre os anos 529 e 534 por ordens do imperador bizantino Justiniano I

“Leis são como salsichas. É melhor não ver como elas são feitas...” (Otto von Bismarck )

(*) Fazer lobby é basicamente tentar influir sobre alguém que toma decisões para que uma decisão específica seja a mais favorável possível a uma parte interessada (Fonte: Lobby. O que é. Como se faz. Ética e transparência na representação junto a governos – Editora Peirópolis)

Clique nos links abaixo para acessar outras postagens sobre essa invasão de área pública:

Luís Eduardo Lemos - morador do Jardins

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

JARDINS FORA DE CONTROLE

“O número de obras no Jardins vem aumentando a cada dia. O descarte de entulhos em vias públicas, terrenos e mananciais vem aumentando na mesma proporção. Contando com uma Associação OMISSA, sem autoridade moral, preocupada somente com a arrecadação e a defesa dos interesses de quem a sustenta - seus associados, a região vem sofrendo com o descaso e a falta de atitudes firmes e imparciais para a proteção da biodiversidade. A situação está fora de controle, já que os crimes ambientais não param de ocorrer” (Luís Lemos).


Não é de hoje que vimos denunciando essa questão no Jardins:


Luís Eduardo Lemos

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

JARDINS ILEGAL É FISCALIZADO

“Em Nova Lima, foi constatada irregularidades no condomínio Jardim Petrópolis. Segundo o engenheiro Florestal do IEF, Roberto Guimarães, moradores que estavam queimando resíduos de jardins foram notificados. No mesmo local será verificado hoje se a supressão de algumas árvores foi feita com autorização”.(Hoje em Dia) Clique na imagem para ampliá-la.

Operação fiscaliza loteamentos na Região Metropolitana

Os alvos da operação são os municípios de Nova Lima, Rio Acima, Brumadinho, Igarapé e Itabirito, escolhidos após denuncias

Thiago Lemos - Do Hoje em Dia - 1/08/2011 - 22:10

Policiais militares e servidores públicos participam da operação realizada no Vetor Sul

Empreendimentos imobiliários erguidos no Vetor Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte, suspeitos de irregularidades ambientais, de infraestrutura e de documentação começaram a ser fiscalizados nesta segunda-feira (1º) em uma operação conjunta da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Polícia Militar e da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana. Até a próxima sexta-feira, pelo menos 25 loteamentos passarão por inspeção.

Os alvos da operação são os municípios de Nova Lima, Rio Acima, Brumadinho, Igarapé e Itabirito. Eles foram escolhidos após denuncias recebidas pelo Ministério Público Estadual, PM e do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema). A maioria são condomínios.

As ações estão sendo coordenadas pela Subsecretaria de Controle e Fiscalização Integrada da Semad. A responsável pela operação explica que serão verificados os licenciamentos ambientais dos empreendimentos, as intervenções hídricas, possíveis desmatamentos e invasões de áreas de proteção ambiental. Ao todo, quatro equipes serão responsáveis pelos levantamentos. Em casos onde forem flagrados crimes ambientais, a PM fará as devidas autuações.

Técnicos da Agência Metropolitana ficarão encarregados de verificar o cumprimento dos parcelamentos de solo e da anuência prévia, que é o parecer do Estado declarando a conformidade do parcelamento.

“A operação é importante para regularizar os loteamentos e foi feita em 2008 no Vetor Norte. No Vetor Sul também foram realizadas algumas operações. O Vetor Sul, hoje, é a área que mais concentra condomínios. Por isso a importância de se garantir o respeito ao meio ambiente e à legislação” explica Marusia das Graças Guimarães.

A Subsecretaria de Controle e Fiscalização Integrada não divulgou balanço do primeiro dia de operação. Em Nova Lima, foi constatada irregularidades no condomínio Jardim Petrópolis. Segundo o engenheiro Florestal do IEF, Roberto Guimarães, moradores que estavam queimando resíduos de jardins foram notificados. No mesmo local será verificado hoje se a supressão de algumas árvores foi feita com autorização.

Veja a reportagem acima no Jornal Hoje em Dia:

Luís Lemos - morador do Jardins

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MATA ATLÂNTICA FRAGMENTADA

O mosaico ao lado mostra fotos tiradas nos meses de junho e julho no Jardins (clique na imagem para ampliá-la). O bioma é Mata AtlânticaFloresta Estacional Semidecidual em estágio avançado de regeneração - Inst. Est. de Florestas (IEF). O loteamento Jardins de Petrópolis não possui licenciamento ambiental. As fotos são de áreas que estão à montante do Ribeirão dos Macacos, e que também estão próximas a córregos pertencentes à sub-bacia hidrográfica do Rio das Velhas.

O uso de tratores para realização das terraplenagens causa estragos e impactos enormes. Árvores de pequeno e médio portes que ficam livres do corte na supressão da vegetação são atingidas pelas máquinas e pelo grande deslocamento de terra. Por se tratar de bioma importantíssimo, com espécies da flora brasileira como cedros, jequitibás, ipês, entre várias outras, poderia ser determinado que as terraplenagens sejam realizadas por homens, objetivando o menor impacto possível. No Jardins de Petrópolis nasceram e moram, desde a época que a região era uma fazenda, cidadãos que são contratados por corretores de imóveis e proprietários de terrenos para realizar roçadas e desmatamentos. Eles também poderiam realizar o trabalho de terraplenagem. Apesar de tal alternativa aumentar o tempo de execução do serviço, esses cidadãos teriam uma renda extra e o impacto ambiental seria muito reduzido. 

No mês de janeiro desse ano, analistas ambientais do IEF elaboraram laudo (que foi entregue ao Ministério Público) com a recomendação de que qualquer interferência na região seja feita somente após a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental – EIA corretivo para todo o bairro, já que a região não possui licenciamento ambiental. Mas essa recomendação não está sendo seguida, e os desmatamentos e terraplenagens continuam ocorrendo.

Por que a Associação (“Condomínio”) Jardins de Petrópolis, que tem como membros, o superintendente do IBAMA em MG, e um membro do Conselho de Defesa do Meio Ambiente do município – CODEMA, não atua para que o Estudo de Impacto Ambiental – EIA corretivo seja elaborado para todo o bairro, objetivando a proteção e preservação da biodiversidade da região? Nós do Mov. PreserveJP sabemos o porque. E você, sabe? (clique na imagem ao lado para ampliá-la e ler trecho de texto da Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente – AMDA sobre o licenciamento corretivo para o JP).

Luís Lemos, morador do Jardins

sábado, 23 de julho de 2011

FIASCO E PROPAGANDA ENGANOSA

Pelo que pudemos presenciar, foi um fiasco, com direito a propaganda enganosa (comum no Jardins), a reunião sobre Brigada de incêndio promovida pelo “Condomínio” Jardins de Petrópolis no último dia 16 de julho. Estiveram presentes alguns diretores do condomínio e apenas dois proprietários de chácaras. Nós, do Movimento PreserveJP, estivemos do lado de fora, para entregar documento aos representantes do Corpo de Bombeiros, mas eles não compareceram. No site do condomínio a informação é de que eles dariam uma palestra. (Clique nas imagens para ampliá-las)

Todos os anos, corretores de imóveis, entre eles o que é associado do condomínio, e alguns proprietários realizam a roçada da mata de lotes à venda. Com essa prática, o risco de incêndios aumenta, principalmente nessa época de seca. Vários proprietários também realizam o bosqueamento(*) e usam fogo para queimar restos de vegetação e lixo, práticas ilegais que podem resultar em grandes queimadas. Folhas e gravetos podem ser utilizados para a compostagem, juntamente com resíduos orgânicos (restos de alimentos), ao invés de serem queimados. O Código de Posturas do Município, artigo 31, inciso IV, determina que é proibido o uso do fogo para limpeza dos lotes. 

Um caso, dentre vários envolvendo o uso de fogo em terrenos do Jardins, ocorreu no dia 05 de maio passado. Em uma obra iniciada a apenas 200 metros da Sede do condomínio, houve a colocação de fogo para a queima dos restos da vegetação, enquanto o trator realizava a terraplenagem. O que mais impressiona é que a arquiteta responsável pelo projeto da obra é a atual diretora do condomínio e ex-síndica no biênio 2008/09 (seu nome consta na placa colocada em frente a entrada da obra). Essa Sra., como diretora/gestora do condomínio, não deveria ter informado aos proprietários sobre a proibição do uso de fogo nos terrenos? O bom exemplo não deveria partir do condomínio? O mais grave é que o terreno está a menos de 300 metros de uma das principais áreas verdes públicas de preservação de mananciais do bairro. Clique no link e veja o fogo nesse terreno: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=QW3iQy1zIUI  

A administração do condomínio poderia e deveria realizar trabalho de conscientização e solicitar aos moradores e proprietários que não façam o uso do fogo. Mas nada é feito, e o risco de incêndios é constante. A criação de uma Brigada é importante, mas a conscientização dos proprietários deveria vir em primeiro lugar, senão é “ficar enxugando gelo”, e os que não obedecerem as leis, devem ser denunciados para que sejam punidos com multas e também processados. Ressaltamos que o condomínio também não informa aos órgãos ambientais sobre essas práticas ilegais de uso do fogo no bairro.  
PREVENÇÃO: MELHOR SENTINELA
DENUNCIE QUEIMADAS - Tel. 0800 28 32 323

(*) "bosqueamento" será tema de uma futura postagem nesse blog.
Não deixe de assistir ao vídeo na postagem abaixo, "Práticas ilegais mostradas na Rede Globo", sobre o uso de fogo no Jardins

Luís Eduardo Lemos

sábado, 2 de julho de 2011

ANIVERSÁRIO VERGONHOSO

Nesse mês de julho está fazendo dois anos que houve o desmatamento ilegal, criminoso, de quase 5.000 m² (cinco mil) de vegetação em regeneração do bioma Mata Atlântica, onde árvores de pequeno, médio e grande porte, incluindo várias que ficavam em área de preservação permanente (margens de córregos e nascentes), foram cortadas pela motoserra do “Condomínio” Jardins de Petrópolis. Houve também a terraplenagem, com trator, de mais de 1 km de extensão dessa área desmatada. As duas principais responsáveis (a síndica e a sub-síndica à época) por essa ilegalidade que prejudicou a biodiversidade e também a comunidade, continuam como diretoras do condomínio. Alguns meses antes desse crime ambiental ocorrer, o condomínio pagou R$ 1.000,00 (mil) a um jornal do município para publicar texto onde o representante do Movimento PreserveJP teve o nome citado, sendo acusado de prestar desserviço à comunidade por divulgar o que acontece com o meio ambiente da região. Segundo o condomínio, o representante do PreserveJP “tem percepção quixotesca e míope do que seja preservação ambiental” (clique na imagem 1 para ampliá-la). Cidadão que exerce a sua cidadania, mostrando e divulgando os abusos e o que  acontece de ilegal, de criminoso com o meio ambiente da região em que vive há mais de 30 anos, está prestando desserviço à comunidade? Para o “Condomínio” Jardins de Petrópolis, sim.

http://youtu.be/muYjRzMJtq8
A questão desse desmatamento envolve mentiras, defesa de interesses pessoais e de “sócios/amigos”, além de interesses dos especuladores imobiliários que, com a ajuda e parceria do condomínio (o principal corretor de imóveis que atua no Jardins é associado dessa instituição), buscam, a todo custo, incluindo-se o desrespeito e desobediência às leis, aumentar suas arrecadações.

Ano que vem, no aniversário de três anos desse CRIME CONTRA A NATUREZA, lembraremos desse fato que entrou para a história do Jardins. Não deixaremos que esse e outros acontecimentos que prejudicam o meio ambiente caiam no esquecimento (clique no link da imagem e assista ao vídeo visto por quase 3.000 (três mil) internautas no YouTube).

Outras postagens relacionadas a esse crime ambiental:





“Corrupção, a partir de certo nível, exige que todos sejam corruptos. Quem se recusa é alvo de pressões insustentáveis. É um processo de seleção negativo”  Ladislau Dowbor

Luís Eduardo Lemos – morador do Jardins e representante do Movimento para preservação do patrimônio público e ambiental da região – PreserveJP

domingo, 19 de junho de 2011

VENDAVAL ATINGE O JARDINS

O vendaval que atingiu o JP no último dia 09 de junho ficará na memória de quem o presenciou. Foram ventos que, segundo institutos de meteorologia, podem ter ultrapassado 80 (oitenta) km/h, torcendo, quebrando, derrubando árvores de diversos tamanhos e espécies (vídeo abaixo - aumentem o som). Atividades que contribuem para a derrubada das árvores nessas épocas de ventos fortes, e que já denunciamos várias vezes, são as roçadas e bosqueamentos feitos nos terrenos por corretores de imóveis e proprietários (essa questão será tema de uma próxima postagem). A tendência é que essas ventanias, esses vendavais passem a ocorrer com mais freqüência devido ao aquecimento global e desequilíbrio do clima.
Preparem-se, pois, foi só uma pequena amostra do que está por vir!



Luís Eduardo Lemos - morador do Jardins

"Luis Lemos,
Vc está de parabéns pela sua atuação não somente preventiva (há meses atrás vc denunciou o desmatamento dessa mesma área) como tb ao mostrar que o maltrato à natureza responde com a mesma violência provocada pelos predadores. Estamos cada dia mais próximo de verdadeiras hecatombe provocadas pelos donos da natureza: eles sentem poderosos com suas maquinas e motosserras capazes de destruir o que a natureza nós presenteou durante anos. Espero que algum dia eles sofram na pele o que eles estão fazendo com o nosso patrimônio natural".
Carlos Américo

quarta-feira, 8 de junho de 2011

JARDINS E SEUS MISTÉRIOS

Faz algumas semanas, postamos questão envolvendo árvore de grande porte cortada com motoserra e jogada na esquina das ruas Cedros (rua 7) com Angelins (rua 13) (clique aqui). Agora a rua Angelins volta a ser destaque, dessa vez porque no meio dela, literalmente, apareceram postes de concreto de 2 metros de altura para cercamento de terreno(s) (clique na imagem para ampliá-la).

A rua Angelins atualmente é sem saída, e próximo ao seu final existe um córrego. Quando o loteamento foi feito, ela ligava a rua Jequitibás (rua 14) à rua Cedros (rua 7) e o córrego a atravessava por manilhas (ver mapa abaixo - clique para ampliar). No final da década de 70, especificamente no ano de 1979, cujo período chuvoso foi muito intenso em todo o Brasil, as manilhas entupiram e uma enchente causou a elevação do nível das águas, levando um trecho da rua por água abaixo. O empreendedor do loteamento, para não ter que fazer uma ponte, transformou o trecho que ia do córrego até a rua Cedros em área de lotes e em rua sem saída.

Por que os postes foram colocados no meio da rua Angelins? Será que é demarcação de terreno ou da rua feita erradamente? Será que é mais um proprietário de terreno tentando se apossar de área, no caso, de via pública? No JP isso é comum.

O “Condomínio” Jardins de Petrópolis já está a par da questão, e pelas informações que tivemos de um funcionário, a Prefeitura ainda não foi avisada. O interessante (e estranho) é que há uns dois meses, funcionários do condomínio realizaram a roçada desse trecho da rua Angelins onde os postes foram colocados.

Encaminhamos a questão à Prefeitura, e acompanharemos de perto. Caso necessário, levaremos ao Ministério Público. Não queremos ver o patrimônio PÚBLICO sendo apossado, mais uma vez, no JP.

Luís Lemos - PreserveJP

quarta-feira, 1 de junho de 2011

NO JARDINS DE PETRÓPOLIS HÁ DE TUDO

A foto ao lado mostra placa fixada em árvore de terreno que fica a menos de 100 metros da sede da Associação (“Condomínio”) Jardins de Petrópolis. A CEMIG agora permite que proprietários de lotes incorporem aos seus terrenos, áreas onde as torres de transmissão de energia passam pelo bairro? Como podemos ver, no JP há de tudo.

Terrenos que também fazem limites com áreas verdes públicas de preservação ambiental, muitas vezes são vendidos com a “instrução” de que podem ser apossados e virar “quintais públicos/privados”. O exemplo mais famoso e escandaloso é o da área verde pública da rua dos Jacarandás (rua 6), em frente à rua Cassoarinas (rua 9), onde uma casa, piscina e área de lazer foram construídas dentro de seus limites pela proprietária do lote 30 da quadra 6 (clique aqui e saiba mais). Em 2006, essa proprietária, com a ajuda do condomínio e do proprietário que atualmente é membro do CODEMA e do Movimento SOS Nova Lima, conseguiu legalizar a sua invasão, ganhando uma lei (Lei 826/2006) exclusivamente para atender ao seu interesse. A lei foi votada pelos vereadores em sessão extraordinária em um sábado, oito horas da manhã. A comunidade, a coletividade ficaram no prejuízo, já que a invasora ficou com a parte mais plana e melhor da área pública, agora, privada. 

Com relação à especulação imobiliária vigente no JP, não é de hoje que vimos mostrando que ela vem comandando, vem atuando de forma livre e em parceria com o condomínio (clique aqui e sabia mais). O principal corretor de imóveis que atua no bairro é associado dessa instituição. Placas e faixas de venda de lotes desse corretor estão espalhadas e pregadas em árvores do bairro. Enquanto isso, as placas da prefeitura que ficavam nas duas entradas de acesso ao bairro, e que informavam aos visitantes e futuros compradores de terrenos que o Jardins está em área de preservação ambiental, além de orientações e informações sobre a aquisição dos lotes, foram retiradas pelo condomínio (foto). Acreditamos elas estavam “assustando” possíveis compradores e dificultando as vendas de terrenos e, conseqüentemente, atrapalhando a arrecadação de ambos.

A CEMIG informou que o que está escrito na placa sobre a incorporação de área não existe, e que tomará as providências cabíveis.

Luís Eduardo Lemos, morador do Jardins

sábado, 14 de maio de 2011

JARDINS NO MEIO ACADÊMICO, MAIS UMA VEZ

Enquanto o grupo amigo e defensor de invasores de áreas verdes PÚBLICAS de preservação ambiental do “Condomínio” Jardins de Petrópolis participa e ajuda a organizar seminário onde estudos de casos de novos loteamentos são apresentados, a região do Jardins serve como estudo de caso de monografia de curso de Pós-Graduação de renomada universidade federal. O título é: “Impactos antrópicos na Mata Atlântica: o caso dos remanescentes florestais do bairro Jardins de Petrópolis,  em Nova Lima - MG”.
(Clique nas imagens para ampliá-las).

O objetivo do estudo foi mostrar a necessidade de se compreender a magnitude e as conseqüências causadas pelo homem na Mata Atlântica da região do Jardins, principalmente as causadas pela especulação imobiliária. São mais de 100 páginas com mapas, gráficos e fotos, onde foram abordadas características da vegetação e da fauna, mostrando a riqueza desse bioma e as degradações e crimes ambientais cometidos por proprietários de chácaras e pelo condomínio, nesse que é considerado um dos mais importantes hotspots* da Terra.

É a segunda vez que a região do Jardins serve de estudo sobre degradações cometidas na Mata Atlântica. Há dois anos, ela foi tema de monografia de curso de graduação em faculdade de Direito de Governador Valadares, cuja ênfase principal foi a questão da abertura ilegal da rua Sagaranas, onde foram desmatados quase 5.000 (cinco mil) m² de vegetação nativa em regeneração. Uma aluna nos contatou e visitou o Jardins para realizar sua pesquisa.

Com o povoamento e ocupação do bairro, as agressões aos recursos naturais estão aumentando muito e ficando sem controle. Não há fiscalização da prefeitura e o condomínio faz vista grossa, para não perder arrecadação [a arrecadação anual do condomínio, resultante das taxas cobradas dos proprietários, gira em torno de R$ 500.000,00 (meio milhão - fonte: balancetes do condomínio)]. A nossa divulgação dessas degradações e desrespeitos está atraindo pesquisadores e estudantes, em especial os da área ambiental, que buscam no JP conteúdo para seus trabalhos acadêmicos.

 Ao “Condomínio” Jardins de Petrópolis fica a lição: já passou da hora de tomar vergonha na cara e começar a agir para proteção da biodiversidade da região, deixando de lado a ganância, a voracidade arrecadatória, a hipocrisia e a defesa de interesses pessoais e de “amigos/sócios”. A imagem do Jardins perante a opinião pública é péssima, é vergonhosa, e continuará sendo, enquanto atitudes enérgicas e imparciais não forem tomadas, doa a quem doer, para a proteção e preservação dos recursos naturais do bairro.

Parabenizamos e agradecemos o sociólogo e ambientalista PAULO HENRIQUE MARQUES LUTKENHAUS pela monografia e por ajudar a expor e divulgar no meio acadêmico a falta de cuidado e os crimes ambientais que vem sendo cometidos num dos últimos e mais importantes remanescentes de Mata Atlântica da Região Metropolitana de BH.

(*) hotspots - O conceito Hotspot foi criado em 1988 pelo ecólogo inglês Norman Myers para resolver um  dos maiores dilemas dos conservacionistas: quais as áreas mais importantes para preservar a biodiversidade na Terra? (fonte: ONG Conservação Internacional)

Luís Eduardo Lemos - morador do Jardins

* HISTÓRICO DO JARDINS *

O Bairro Jardins de Petrópolis situa-se em Nova Lima-MG (Coord. geogr. 20°01'26"S e 43°52'54"O), a 20 km de BH, com acesso pela rod. MG-030. Está a 8 km de São Sebastião das Águas Claras (Macacos).

Características da região:

Era uma fazenda que na década de 70 foi loteada, transformando-se em áreas de chácaras para lazer e descanso. Pertence à Área de Proteção Ambiental Sul (APA - SUL) da RMBH, sendo classificado como Zona de Uso Predominantemente Residencial de baixa densidade demográfica (ZOR3). Possui área total de 633 hectares (sua área é maior que a sede do município), dividida em 843 chácaras de áreas mínimas de 5.000 m². Ainda pouco povoado, conserva na maior parte de seu território uma rica biodiversidade remanescente de Mata Atlântica. Situa-se às margens de uma serra denominada Morro do Pires, que embeleza a região com seu magnífico porte e que pode ser avistada de qualquer parte em que se esteja do residencial. Possui áreas verdes (áreas públicas) reservadas, que somam 740.000 m² de mata nativa com nascentes e córregos que deságuam no Ribeirão dos Macacos. No JP vivem diversas espécies da fauna e flora brasileira, como os mamíferos (veado campeiro, tatus,macacos e, até mesmo, as onças jaguatirica e suçuarana); aves (saíras, tucanos, pica- paus); répteis e anfíbios. A flora é constituída por uma vegetação que reúne espécies que variam entre o campo de altitude, cerrado e matas de galeria. Na parte mais baixa, por onde correm os vários cursos d'água, concentra-se uma vegetação de grande porte (mata de galeria), composta de várias espécies nobres como jacarandás, ipês, jequitibás, dentre várias outras (existe um jequitibá no JP que são necessárias cinco pessoas para abraçá-lo).

*** LOTEAMENTO FORA DA LEI ***

O loteamento Jardins de Petrópolis NÃO POSSUI LICENCIAMENTO AMBIENTAL. É URGENTE, que o Estudo de Impacto Ambiental - EIA/Licenciamento Corretivo sejam elaborados, visando a preservação de um riquíssimo patrimônio natural que a cada dia vem sendo destruído. Enquanto não forem feitos, o loteamento estará IRREGULAR, FORA DA LEI, em DESACORDO com a legislação ambiental.

JARDINS DE PÁSSAROS AO SOM DE VIOLA (AUMENTEM O SOM!)

Esse vídeo também está postado em: http://ecoeantigos.blogspot.com

Luís Lemos

CRIME CONTRA A NATUREZA: QUEM VOCÊ PENSA QUE É, "CONDOMÍNIO" JARDINS DE PETRÓPOLIS?

PÉSSIMO EXEMPLO! ONDE? NO JP, É CLARO!!

DESCASO COM O MEIO AMBIENTE

DESCASO COM O MEIO AMBIENTE: O RETORNO

TRIBUTO AO JARDINS DE PETRÓPOLIS (c/som)

OPINIÃO PRESERVEJP

O Bairro Jardins de Petrópolis, com o crescimento dos últimos anos, vem passando por inúmeros problemas que ameaçam a preservação de seus recursos naturais. As questões ambientais não estão sendo tratadas com o devido respeito e com a importância que a região merece. Por possuir remanescentes de Mata Atlântica, inúmeras nascentes, córregos e várias espécimes da flora e fauna brasileira, é urgente, que medidas para a proteção dessa biodiversidade sejam tomadas. Instituições que deveriam por em prática mecanismos e ações de controle e fiscalização, além da adoção de políticas que priorizem a preservação do ecossistema local, não estão atuando de modo a inibir e acabar com a degradação existente. No bairro prevalece a política do “fingimos que não vemos”, onde quem é “amigo” e “sócio” fica isento do cumprimento de normas, leis e punições. Invasores de áreas verdes PÚBLICAS ficam impunes e sem ter que compensar os prejuízos causados ao meio ambiente; obras são iniciadas sem licenciamento ambiental; ilegalidades são aceitas e, por esses motivos, a rica biodiversidade do JP está ameaçada. Discursos hipócritas e poesias, ao invés de ações enérgicas contra quem degrada o patrimônio natural, não diminuirão, não acabarão com o caos ambiental vigente no, ainda, mas não se sabe até quando, paraíso ecológico Jardins de Petrópolis.

A VIDA CAMINHA NO JARDINS (FUTURA MAPAPALO)


O QUE ESTÃO FAZENDO E DEIXANDO QUE FAÇAM À BIODIVERSIDADE DE NOVA LIMA (c/som)

RECURSOS HÍDRICOS: Clique na foto e leia reportagem sobre o JP

Natureza em família


VÍDEO: MORTE NO JP (c/som)

Áreas verdes PÚBLICAS INVADIDAS POR PROPRIETÁRIOS DE CHÁCARAS

Áreas verdes PÚBLICAS INVADIDAS POR PROPRIETÁRIOS DE CHÁCARAS
Faixa esticada no acesso a Macacos e ao JP (clique na foto acima e leia texto sobre essa questão)

Novo mapa do JP: área verde "antes e depois" da "legalização da invasão"

Novo mapa do JP: área verde "antes e depois" da "legalização da invasão"
Clique no mapa acima e leia texto sobre essa questão

ÁREA VERDE INVADIDA

ÁREA VERDE INVADIDA

INVASÃO POR SATÉLITE

INVASÃO POR SATÉLITE
Faz um ano e meio que houve a "legalização da invasão" da área pública e até hoje não existe cerca separando a propriedade particular da área verde. Os animais da fauna silvestre estão sendo massacrados por cães e gatos

Reportagem sobre "legalização da invasão"

Reportagem sobre "legalização da invasão"

"Parecer favorável" à legalização da invasão

"Parecer favorável" à legalização da invasão
Que autonomia e autoridade uma associação de moradores tem, através do seu “Departamento de Meio Ambiente”, para dar um parecer favorável em uma questão que cabe apenas aos órgãos ambientais? Um parecer dado em 1999, e assinado por quem não é mais proprietário de terreno no JP, nem membro da associação, tem validade em 2005?

Reportagens sobre "Jequitibá do JP" nos jornais Diário da Tarde e Hoje em Dia

Reportagens sobre "Jequitibá do JP" nos jornais Diário da Tarde e Hoje em Dia

Reportagem sobre Fauna massacrada

Reportagem sobre Fauna massacrada
Jornal Folha de Nova Lima

JP perde Centro de Educação Ambiental

JP perde Centro de Educação Ambiental

Reportagem sobre Agenda 21

Reportagem sobre Agenda 21
Jornal O Correio, seção meio ambiente, 11 de junho de 2005

Censura, arbitrariedade e desrespeito à liberdade de expressão

Censura, arbitrariedade e desrespeito à liberdade de expressão
"Condomínio Jardins de Petrópolis" e Prefeitura de Nova Lima impedem liberdade de expressão do movimento de cidadania PreserveJP". A faixa do movimento, que anunciava o endereço do blog, foi retirada por essas intituições, que não querem que os cidadãos que se preocupam com a preservação ambiental sejam informados sobre o que vem ocorrendo com o patrimônio público e ambiental de Nova Lima

Informativo ambiental do JP

Informativo ambiental do JP
Receba o PRESERVE por e-mail: envie mensagem para preservejp@gmail.com e saiba o que vem ocorrendo com o meio ambiente de uma linda região remanescente de Mata Atlântica

Cartilha de Meio Ambiente

Cartilha de Meio Ambiente

Receba a Cartilha por e-mail, e saiba como agir para a preservação da região que você e sua família escolheram para morar e viver junto à natureza. Envie mensagem para: preservejp@gmail.com

DEPOIMENTO DE UMA CIDADÃ NOVA-LIMENSE

Prezado Luís,

Li todas as informações no PreserveJP... e achei fantástico. Sou nascida e vivente em Nova Lima. Aqui nasci, cresci, casei-me, sou mãe de três filhos, trabalho, sou pedagoga, tenho 62 anos e com alegria e tristeza cheguei ao final do seu blog.

Alegria.... Por termos uma natureza exuberante com uma flora e fauna como se fossem um brinde majestoso dado pelo Criador. Ele confiou quando presenteou-nos com esta dádiva. Serras azuis, verdes e multicores, bichos numa diversidade absurdamente integrada, sons, cheiros, barulhos. E ver e sentir um jovem consciente de uma responsabilidade vital e com olhar lá na frente é envolvente.

Tristeza.... Quando ouso pensar e vislumbrar o Criador, cabisbaixo, estarrecido numa constatação de erro ao confiar no Ser (?) humano um Planeta maravilhoso. Estragar este presente é falta de discernimento, falta de amor, é negar a vida.

Ao ver e ouvir o "Canyon no Córrego dos Macacos", vi águas falantes, tristes, perguntando sobre que direito tem o bicho humano de chegar, tomar posse e destruir como se fosse o Senhor da Razão e da Vida. Fiquei, no mínimo, arrasada. Aquelas águas falam.

Gostei. Não. Apaixonei-me pela causa, pela pessoa, pelos textos, pelas imagens, por todos os bichos das matas, pelas águas, pelas montanhas.
Continue. Dou-lhe o maior incentivo na forma de energia positiva. Afinal, a causa é por Nova Lima, a minha Nova Linda! Um grande abraço,

Mariléa Dieguez Protzner Peixoto - Pedagoga - Nova Lima - MG

JP visto do alto - Região remanescente de Mata Atlântica

JP visto do alto - Região remanescente de Mata Atlântica

RESPEITE O JARDINS DE PETRÓPOLIS

Em toda parte do planeta, sábias civilizações, tribos indígenas e grupos humanos de diversas crenças e culturas acreditam que existem entidades e espíritos que povoam, governam e protegem os ambientes da natureza, como o campo, as florestas, as montanhas, os rios, o mar, os animais, enfim, toda a biodiversidade. Vários estudiosos, expedicionários, viajantes, caminhantes e atletas, que por esses ambientes passam, também acreditam profundamente na existência deles. É muito conhecida a idéia de que o alpinista alcança o cume de uma grande montanha não quando ele quer ou pode, mas, sim, quando “A Montanha assim o permite”. Assim, antes de entrar e se aventurar no mar, num rio, numa floresta, você não precisa conhecer e seguir determinado ritual perante as entidades que lá estão. Simplesmente pare, observe a sua volta e escute. Assuma uma atitude acima de tudo, de muito respeito. Seja humilde. E peça licença para entrar, e proteção para sair. Certamente, dependendo do seu comportamento, as entidades lhe ouvirão. O Jardins de Petrópolis também tem suas entidades e espíritos que o governam e o protegem. Vamos respeitá-las. Dependendo do nosso comportamento, das nossas atitudes perante essas entidades e à biodiversidade, teremos esse paraíso ecológico preservado para nossos filhos, para as futuras gerações.
Luís Eduardo Lemos - Adaptação do texto do "Guia para Esportes de Aventura", do médico Clemar Côrrea

MANIFESTAÇÕES DE APOIO E ELOGIOS AO NOSSO TRABALHO

"Olá Luís Eduardo:

Parabéns pela sua luta. Com certeza você tem inspiração divina para reunir tanta força. Luta contra os insensíveis poderosos que por um punhado de dólares vendem a própria mãe. Postei sua matéria num bloguinho mais light que criei recentemente; http://ecoeantigos.blogspot.com/ O Blog anterior é este aqui, onde também repercuti seu valoroso Blog; http://www.desabafolandia2.blogspot.com/ Grande abraço nobre companheiro e que Deus te dê todas as forças necessárias para continuar o embate".

Sérgio

"Prezado Luis Lemos,

Como proprietário (futuro residente) compartilho com vc a luta pela preservação do nosso JP, e nesta data quero desejar um feliz 2008, que tenhas forças e comprometimento dos proprietários do JP para continuar com a árdua peleja pela manutenção da natureza no seu estado o mais natural possível. Um grande abraço,"

Nilson

Salve Luís, Muito bom o blog. Parabéns pela sua luta incansável! Cara é foda concientizar as pessoas, e mostrar o impacto q causam como no caso do ataque dos cachorros ao filhote de cervo q vc cita. Lugar de cachorro é na cidade!E por aí vai...É um belo local! O Brasil é realmente muito gde com muitos recônditos q nem imaginamos...Paz e luz!

Wagner Rodrigues - São Paulo - SP

"Nesse feriado de 15/11/07 tive o privilégio de conhecer o Jardins de Petrópolis no município de Nova Lima/MG e me encantei pela paixão com a qual luta Luís Eduardo Lemos pela preservação da fauna e flora da região local. Se tivéssemos mais pessoas como ele no nosso doente planeta Terra, certamente não estaríamos no caos que vivenciamos hoje. À você Luís Eduardo, e a todos os que abraçam essa nobre causa, o meu recado: INSISTAM, RESISTAM, PERSISTAM E JAMAIS DESISTAM...A Terra e seus habitantes agradecem.Parabéns pelo belo trabalho realizado!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Haylla Cavalcanti - Goiânia/GO

"Caro Luis Lemos,

Com muita satisfação recebi e acessei o blog do JP. Felizmente ainda podemos encontrar pessoas como vc, que é sim o verdadeiro guardião da natureza, que demonstra total equilíbrio e conhecimento com as suas atitudes e mostra todas as adversidades que se possa encontrar quando alguém tenta ser últil na preservação do meio ambiente. Sei que é uma briga de titãs, mas tentando se consegue, basta querer. Continue, sua luta é nobre, pois, quando a mãe natureza cobrar o seu espaço, só haverá um perdedor, "O HOMEM". Atenciosamente,

Mauro Reis de Aguilar - Polícia Ambiental de Nova Lima

"Luiz Eduardo,

muito obrigado pela apresentação de seu blog, o qual considerei excelente. Como amante da natureza, considero muito importante essas iniciativas que chamam a atenção das comunidades para com o devido tratamento a ela.

Cumprimento-o pela brilhante iniciativa, e que luzes Divinas o iluminem para que essa página seja cada vez mais otimizada, e que maiores camadas sociais a leiam e interajam."

Atenciosamente,

Roberto Félix

"Prezado Luís Lemos,

Parabéns pelo belíssimo, oportuno e necessário serviço de divulgação."

Atenciosamente,

Mônica Eustáquio Fonseca

"Caros organizadores,

Parabenizo a toda a equipe pela iniciativa do blog. Se todos tivessem esta disposição muitos dos conflitos locais poderiam ser divulgados e quiçá equacionados."

Bom trabalho a todos,

Isis Rodrigues Carvalho

"Oi Luis, como vai você? Poxa, você está lutando mesmo pelas causas ambientais. Eu sei que nosso trabalho é árduo, mas é persistir mesmo sem deixar nos abater. O Blog está ótimo, parabéns!"

Dirce, cidadã novalimense

"Luis, tudo bem? Acabo de fazer um bonito passeio pela natureza visitando o blog do JP. Ficou muito bom. Sinto esperança ao perceber que existem pessoas como vc que lutam pelo equilíbrio do sistema em que vivemos. O planeta terra ainda respira e suspira pela preservação de suas espécies. De nada adianta o progresso e o conforto que esse apregoa se não houver equilíbrio entre os seres vivos. Tudo que respira quer viver. Estou preocupada com a atividade de mineração no entorno de BH, precisamos ficar atentos com a fiscalização do MP e do IBAMA. Vamos em frente, a luta continua". Abraço,

Cláudia

"Prezado Luís,

Com satisfação acusamos o recbimento do Preserve JP. É alentador saber que existem pessoas que tranformam a sua preocupação e indignação em militância para as boas causas. Conte sempre com o nosso gabinete na Câmara de Vereadores de Nova Lima. Receba o nosso abraço,"

Marcelino Antônio Edwirges - Vereador-PT

"Oi Luis, tudo em paz? Obrigada pelas notícias do preserve jp, é sempre bom ter notícias de uma região tão linda como a nossa. Sempre bom tb ver que tem alguém como vc observando com atençao e energia o que pode ser feito pela preservação do meio ambiente. O mais importante é ter foco no que se acredita e nunca, nunca mesmo, desistir. Parabéns pelo seu trabalho,"

Cláudia Silva

"Luis,

Bom dia! Somos um grupo de moradores do Jardim Serrano que nos interessamos a colaborar e atuar efetivamente para a preservação da região. Esperamos um contato.
Abraços,"

Luciana Duarte


"Prezado Luiz,

Visitei o Blog preservejp e considero uma iniciativa importante para fomentar informações a respeito da preservação. Somente quando as pessoas são bem informadas podem se conscientizar e ter responsabilidades.

Gostaria de sugerir, se for possível, a inserção do link da AMDA no Blog; temos lutado muito pela preservação do Estado e a região da Apa Sul tem sido contemplada por várias ações nesse sentido.
Um abraço,"

Elizabete


“Luis Eduardo,

Parabéns pela perseverança. A equipe do JP está fazendo um trabalho maravilhoso. O mundo precisa de pessoas como vocês, pessoas que acreditam e lutam em favor da VIDA. Eu também venho trabalhando em favor da preservação de uma área que, até a década de 80, formava um corredor ecológico com a Mata do Jambreiro. Precisamos trocar figurinhas. Tenho muito a aprender com vocês. Faça contato. Mais uma vez. PARABÉNS! Contem comigo.”

Eliana/SMAMA BH- Gerência de Educação Ambiental


Frases e citações do Movimento PreserveJP

"SÓ ENQUANTO RESPIRARMOS, VAMOS DEFENDER A BIODIVERSIDADE DO JARDINS DE PETRÓPOLIS. SÓ ENQUANTO RESPIRARMOS."

Cidadãos do Movimento PreserveJP (adptação da letra da música "O anjo mais velho" - Trupe do Teatro Mágico)

"NÃO ACEITAMOS E NÃO ADMITIMOS QUALQUER TIPO DE CENSURA À NOSSA ATIVIDADE LÍCITA E CÍVICA, A SABER, A NOSSA LIVRE EXPRESSÃO DE OPINIÃO, O NOSSO EXERCÍCIO DE CIDADANIA"

Luís Lemos, cidadão, e sempre, não por hora, defensor incondicional do patrimônio ambiental do JP


"NUNCA DUVIDE DA CAPACIDADE DE UM PEQUENO GRUPO DE DEDICADOS CIDADÃOS PARA MUDAR OS RUMOS DO PLANETA. NA VERDADE, ELES SÃO A ÚNICA ESPERANÇA DE QUE ISTO POSSA OCORRER" Margareth Nead


"CORAGEM NA ESPERA PÚBLICA PRESSUPÕE MOSTRAR AOS OUTROS, POR MEIO DA PALAVRA E DA AÇÃO, PARA O MELHOR E O PIOR, QUEM SE É E DO QUE SE É CAPAZ" Hannah Arendt - filósofa


Avifauna do JP: Tangará dançador

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MOSAICO - JP FAUNA

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Aves Socó e Gavião, lagarta e sapinho

AVIFAUNA DO JP: PICA-PAU

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ONG (MAIS UMA) CRIADA NO JARDINS. QUEM A SUSTENTA?

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